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                                                          (Eu na fase desdentada dos 6 anos)

 

Já passou algum tempo, desde a minha infância, esse tempo feliz de despreocupação e brincadeira, e que rapidamente passa, mas sou da opinião de que nunca se deve deixar a criança interior morrer, nem que seja para recordar a infância ou os momentos mais marcantes da mesma, claro que a esta altura ao ver as fotos de quando eu era criança, desde a roupa, até ao penteado, me faça agradecer o facto de hoje ser adulta, porque aquilo era um bocado...hum...mau. Mas vamos deixar esses conceitos de moda um pouco para o lado e focar no essencial, eu sou de uma altura em que as crianças basicamente só recebiam presentes no dia de aniversário e no Natal, pronto, ok, ok, eu também recebia quando passava de ano, mas basicamente era quase isto, e ainda assim considero que tive muita tralha (cheguei a ter dois caixotes de papelão cheios de brinquedos) quando cheguei por volta dos 14 anos, tomei uma decisão, doar os brinquedos que estavam bons, e deitar fora os que estavam estragados, (excepção dada aos peluches com os quais a minha sobrinha hoje em dia brinca) no entanto, decidi guardar para mim 3 brinquedos pelos quais ainda hoje tenho grande estima, o meu computador de brincar, a mansão da polly pocket e o melhor de todos...o meu Game Boy Color. Tenho uma afinidade em particular pelo meu Game Boy Color, é de longe o meu brinquedo favorito de sempre, lembro perfeitamente de ver o anúncio na televisão nos idos de 1999, e foi a minha prenda de Natal daquele ano, não consegui esperar até ao dia 25 de Dezembro para o jogar e por isso pedi autorização aos meus pais para abrir a prenda mais cedo, joguei muitas horas naquela pequena máquina, o primeiro jogo que tive foi o do Hugo, lembram-se desse programa de televisão, em que os jogadores usavam o telefone para jogar com o personagem principal? Pois eu tive a versão para o Game Boy Color, mais tarde tive mais cartuchos com diferentes jogos, só nunca tive nenhum da mania que existiu a certa altura....os Pokémons, mas não houve problema, porque os meus primos tinham todos os jogos, e emprestaram-me muitas vezes. A dada altura, a minha mãe, temendo pelo facto de as minha notas terem baixado um pouco (mal ela sabia que no nono ano eu iria ter 5 negativas), e que isso podesse se dever ao Game Boy Color, escondeu-me a consola, e eu estive quase um ano sem a encontrar, acho que acerta altura ela própria se tinha esquecido de onde a escondeu, lembro do glorioso dia em que encontrei a consola por detrás de uns cobertores que estavam no armário do quarto dos meus pais, fiquei mesmo feliz, foi como ter encontrado um tesouro...bem...mais ou menos.

Foi sem dúvida um brinquedo que estimei muito, e embora tenha jogado bastante (quase chegando a estar viciada) ainda hoje se encontra bem conservado e funciona perfeitamente, e já lá vão quase 19 anos, agora quem brinca com ele é a minha sobrinha quando vem cá a casa. Foi bom recordar algo da minha infância neste post, e poder partilhar uma memória neste dia que é de todas as crianças, mesmo aquelas que já têm mais de...29 anos

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                                                      (He he, ao fim de quase 19 anos o meu game boy color ainda funciona na perfeição.)

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publicado às 16:24



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