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Amor de vidro

por Elisabete Pereira, em 22.02.18

Quando sinto o vento no meu rosto, lembro das tuas palavras

De como envolviam a minha alma, de como aqueciam o meu coração 

Como frágil vidro, um dia se partiu no chão 

Deixando os estilhaços espalhados por aí, não sobrando mais nada.

 

Fragmentos se alojaram na minha alma

O teu falso amor me infectou

Deixou um vazio que no meu coração se alojou

Um frio de alguém que já não ama

Mas que apenas sobrevive mais um dia que passa.

 

Um dia espero que encontres alguém 

Que a ames como um dia eu te amei

E que ela faça, como tu fizeste também 

E que te deixe, arrasado, magoado, como eu fiquei.

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publicado às 17:24



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