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The book of stories

The book of stories

Ter | 25.06.19

Bé cartoon 12#

Elisabete Pereira

Não tenho andado com muito tempo nem com muita disposição para escrever no blogue, (mais tarde esclareço num post para o efeito), no entanto tenho feito alguns cartoons que tenho partilhado no instagram, e que agora também partilho aqui, espero que gostem!!

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Até aos próximos desenhos!!

 

Seg | 17.06.19

A onda, o ocaso...e uma foto

Elisabete Pereira

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Ás vezes penso que sou aquele tipo de pessoa que aparenta saber de tudo (embora não seja verdade), só isso explica a quantidade de pessoas que vêm ter comigo a perguntar sobre coisas, mas desta vez foi um pouco diferente. Um senhor, com cerca de 65-70 anos e vestido de forma impecável veio ter comigo (eu estava com os headphones postos a ouvir e a ver um vídeo no telemóvel), e perguntou se eu podia ajuda-lo numa coisa, explicou que fazia parte de um grupo de fotografia amadora, e que tinha de enviar uma foto com pelo menos um de três temas, o primeiro não recordo, mas os dois seguintes eram o ocaso e onda, e mostrando uma foto no telemóvel dele perguntou se eu achava que aquela foto se enquadrava no tema (era uma paisagem da margem de um rio/lago com um pôr-do-sol em plano de fundo), eu respondi que sim, e ele voltou a perguntar se eu tinha a certeza, e eu voltei a responder afirmativamente e ele agradeceu-me a ajuda e foi-se embora. Achei graça pois foi algo diferente, e porque estes dias li um livro de Pam Grout, nesse livro falava num exercicio de 48 horas, e eu por brincadeira fiz, o livro gira em torna da ideia de que o ser humano tem mais capacidades do que julga, mas que para isso é preciso saber ir buscar, e o exercicio era basicamente pedir um sinal durante essas 48 horas (não precisava ser uma grande coisa, por exemplo, de repente alguém desconhecido na rua te oferecer uma flor, uma moeda encontrada no chão, etc), e esta situação ocorreu cerca de uma hora depois dessas 48 horas terem terminado, pode ter sido apenas uma boa coincidência, mas como diz o outro : "eu não acredito em bruxas, mas que as há, há."

Sex | 07.06.19

Ás vezes não sou exemplo para ninguém....

Elisabete Pereira

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Eu sou aquele tipo de pessoa que só vai ao médico nas últimas, quando estou ali quase a cair para ao lado, estive praticamente o mês de Maio quase todo doente (começou com uma forte rinite alérgica, logo em seguida de herpes labial, depois uma forte tosse, e por fim uma nevralgia que ainda estou a recuperar), mas mesmo assim, continuei a fazer a minha vida na melhor medida do possível, tomava um brufen ou um ben-u-ron e toca a trabalhar. A coisa foi funcionando, até que a nevralgia ficou tão forte, que ao fim de uma hora passava o efeito do medicamento, e o que fiz? Fui ao médico? Nãaaaao...aumentei a dose de medicamento (não me orgulho), mas obviamente a coisa não passou, e por fim, vencida na dor, lá marquei uma consulta na folga. O médico confirmou aquilo que eu já sabia, mas como não sou médica, não vou achar que sei tanto quanto ele, e lá passou a receita do medicamento (já noto o efeito e a diferença, a dor não passou a 100%, mas já ajudou muito). Fui directa á farmácia da zona onde vivo, era final de dia, e à frente de mim estavam três idosas, um farmaceutico e um estagiário (que ainda por cima era bonitinho) estavam a atender, eu não estava com muita pressa pois tinha carro, e estava a observar a quantidade de medicamentos que uma das idosas levava, e ao fim de uma eternidade (nem 5 minutos), o estagiário perguntou quem estava a seguir, uma idosa levantou do banquinho e foi directa a ele, e nisto, outra idosa reclamou, que a primeira tinha passado à frente, enfim, foi um pequeno burburinho, mas rapidamente se resolveu (cá para mim ambas as idosas queriam ser atendidas pelo estagiario). No final, lá fui atendida pelo outro farmaceutico, e fui á minha vidinha. Este texto serve de exemplo áquela frase "faz o que eu digo, não faças o que eu faço", portanto quando estiverem doentes, vão looogo ao médico, não deixem a coisa a andar, no meu caso, não foi nada grave, mas não se deve facilitar, com a saúde não se brinca.