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The book of stories

The book of stories

Ter | 30.10.18

Rabiscando no tablet 19#

Elisabete Pereira

Neste dia frio, coloco os meus desenhos mais recentes para aquecer o coração...ah, se quiserem ver o video que fiz deles, acedam ao meu canal no youtube.

https://www.youtube.com/channel/UCH6JzERGIr7eGefXhokzgLA

 

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Qui | 25.10.18

Criei um canal no youtube!!

Elisabete Pereira

 

Pois é, eu confesso que fui mordida pelo bichinho do YouTube e queria porque queria criar um canal, tinha esta ideia a cozinhar na minha cabeça há um tempo, mas não sabia exactamente que tipo de canal queria eu...nunca tive vontade de aparecer á frente de uma câmara e mostrar as minhas "ventas" não é isso, mas era vontade de divulgar algo, mas não sabia bem o quê, e por isso fui deixando para o lado, até que há pouco tempo instalei uma aplicação de desenho  no tablet e descobri que essa app gravava a evolução do desenho como se fosse um vídeo, e aí senti um clique...

Os videos ainda não estão bem como eu quero, e tenho de melhorar a edição dos mesmos, mas de resto estou satisfeita e espero que com o tempo o canal esteja totalmente á medida do que quero fazer e é claro, que tenha muitas visualizações. Conto convosco para espalhar a palavra...amém?!...

Acedam aqui:

 

https://www.youtube.com/channel/UCH6JzERGIr7eGefXhokzgLA

Ter | 16.10.18

Post n°100!!! Fiesta...ou então não...

Elisabete Pereira

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Segundo os dados do meu blogue este é o meu post n°100, um grande feito para mim, porque significa que consegui chegar até aqui sem me cansar do blogue, e acreditem que para mim é um grande feito. Eu tenho um defeito grave,  começo as coisas mas raramente as termino, (aliás se notarem um bocadinho eu fui deixando algumas coisas pelo caminho aqui no blogue), e um dos objectivos da sua criação, foi mesmo para conseguir superar este defeito, e até agora estou a conseguir, e espero fazê-lo durante muito tempo, e com conteúdo de qualidade, não quero chegar áquele ponto em que tenha de sentir que o faço por obrigação, porque se esse dia chegar prefiro fechar as portas pegar na "viola" e ir á minha vidinha. Este blogue, deu-me mais do que imaginava, principalmente por ser um escape para a minha sanidade mental, até porque não tenho um emprego fácil, e por vezes tenho de estravazar, e provavelmente acabaria doente se não o fizesse (a sério não estou a exagerar), embora há um tempo eu tenha ficado doente, mas não se compra caso não tivesse um escape. 

Quando andava na escola, ficava empolgada quando alguma disciplina chegava á aula 100, haviam professores muito boa onda, que permitiam que fizéssemos uma festa na aula 100, infelizmente haviam uns quantos que não deixavam, para eles era mais uma aula normal...xoninhas!Buuuu!!

Para finalizar desejo que este blogue dure mais que as pilhas duracel, e que desse lado me continuem a acompanhar, mesmo que seja apenas uma pessoa...e meia...

Qui | 04.10.18

Quando vês o futuro no fundo de um ecoponto do papel

Elisabete Pereira

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Por vezes a vida tem metáforas estranhas, e hoje vi uma delas, e foi assim num momento inesperado, mais precisamente quando fui levar o lixo para os ecopontos, e ia fazendo a separação normalmente, quando noto que no ecoponto do papel, uma pilha de manuais escolares do 5° e 6° ano e praticamente novos, eh pah...aquilo para mim foi desconcertante, os livros tinham um aspecto bem conservado, e até percebo que quem os colocou ali, achasse que já não tinham utilidade, mas não o podia ter levado antes a um banco de livros escolares usados? Existem vários pelo país, é só fazer uma busca na internet que facilmente se encontram, é verdade que agora existem os manuais escolares gratuitos, etc e tal, mas ainda assim...

Eu ainda guardo os meus velhos manuais de escola, tenho um carinho especial por eles, aprendi muita coisa através das suas páginas, se um dia já não os quiser, prefiro oferecer a alguém do que os deitar fora, mesmo que já estejam ultrapassados. Vá lá que pelo menos quem lá os colocou teve o bom senso de ainda assim os pôr para reciclar, pois não duvido que haja quem os fosse colocar no caixote do lixo.

Senti que aquilo era uma metáfora algo estranha, do género "as pessoas nem se preocupam com o futuro, atirando para o lixo a oportunidade de outros poderem usufruirem daquilo que já não tem utilidade para elas."

(Tenho pena de na altura não me ter lembrado de tirar fotografias aos livros que estavam no ecoponto)