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Rabiscando no tablet 10#

por Elisabete Pereira, em 31.05.18

Mais uma semana, mais uma voltinha, mais novos desenhos!!

 

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Para a semana, mais uma nova viagem aos meus desenhos

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publicado às 17:25

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Isto já deve ter acontecido a muita gente, lá vamos nós muito direitinhos numa fila qualquer á espera de ir pagar alguma coisa, quando de repente chega um chico esperto qualquer e nos passa á frente, e ficamos durante um centésimo de segundo com vontade de fuzilar esse indivíduo, eu falo por mim, mas rapidamente desinteresso-me disso, e apenas encolho os ombros, para quê chatear-me? Porque por causa dele perdi alguns minutos de vida, que poderia usar em coisas tão importantes como...hã...não sei...perdemos mais tempo em coisas inúteis e fúteis, e ninguém se queixa disso, há quem diga que tem a ver com uma questão de respeito para com os outros, mas vamos ser honestos, hoje em dia ,infelizmente isso é algo desvalorizado, principalmente nas redes sociais,onde o respeito é algo que praticamente não existe por parte dos trolls que por lá habitam (inclusive alguns destes trolls, são aqueles que se queixam de pessoas que lhes passam á frente em filas), mas a verdade é que eu não entendo o porquê de tanta indignação, talvez eu seja uma banana e não entenda a gravidade de tudo isto, mas sinceramente prefiro preocupar-me com coisas mais importantes para mim.

Isto vem a propósito de uma situação que ocorreu onde trabalho, há alguns dias um cliente irritou-se muito com outro que lhe tinha passado á frente, o caso em questão foi bastante simples, o senhor que passou á frente desconhecia o método de funcionamento do estabelecimento, e por lapso passou á frente, o senhor desculpou-se e foi bastante educado e até disse que se fosse preciso ia para o fim da fila, eu disse que não havia necessidade disso (havia pouca gente e o pedido dele era bastante rápido de despachar), no fim chega o outro senhor completamente ofendido, dizendo até ,que da próxima vez iria querer escrever no livro de reclamações (imagino ele a escrever no livro e a perder minutos preciosos da sua vida com aquilo "eu senti-me muito ofendido porque um tipo qualquer passou-me á frente e isso estragou-me o dia e...."), que o correcto era o outro senhor ir para o final da fila, que o tinha visto a ele a fazer o pedido correctamente, e que se fosse uma pessoa decente fazia o mesmo e ia para o fim da fila, que foi um chico esperto, e blá blá blá. Senhor, tenha lá calma que ainda lhe rebenta uma veia, respire fundo, não desalinhe os chakras, o mundo não acabou porque alguém lhe passou á frente, não deixou de ser atendido com rapidez e ninguém lhe levou o seu pedido por engano, por isso está tudo bem, relaxe.

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publicado às 17:02


Quando não há nada para escrever...

por Elisabete Pereira, em 26.05.18

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Hoje aconteceu-me uma coisa que não é habitual, não ter inspiração para escrever no blogue, nada, zero, nicles batatoides...Por norma, a minha mente é um caos controlado de ideias que fluem constantemente, e por norma não é difícil ter algum tema para escrever...mas hoje, fiquei largos minutos a olhar para a página em branco para criar um post, e não tinha nada para escrever, a maneira que consegui arranjar para escrever alguma coisa, foi ir escrevendo aquilo que me ia pela mente, o que quer que fosse, provavelmente não sairá nada de especial (nem de jeito), mas pelo menos escreverei alguma coisa, e até agora não me saí muito mal, vamos ver daqui para a frente.

Uma das coisas que me faz alguma espécie, é ver crianças de 8-9 dentro de carrinhos de compras, a pergunta que faço é, porquê? As crianças estão tão cansadas  para irem lá dentro? É uma espécie de upgrade dos carrinhos de bebé? Será uma nova moda? Não sei, talvez eu seja uma velha e não entenda para além do óbvio e isto seja uma espécie de moda hipster, em que se reinventou o carrinho de compras numa espécie de carrinho de crianças/compras, e assim acabar com o terrível que é para uma criança andar com as próprias pernas, ou então, é para impedir os miudos de fugir por ali fora e não fazerem épicas birras (até porque uns quantos que vi tinham tablets/smartphones nas mãos)...hum, e daí que até nem seja má ideia, pelo menos os nossos ouvidos agradecem.

Uma outra questão que povoa a minha mente, porque há casalinhos que andam constantemente de mãos dadas? Porventura têm medo de se perder? Ou então é já para prevenir da chegada da inteligência artificial, e caso larguem as mãos, o grande receio do que o ser amado possa ser trocado por um clone. Juro que isto é verdade, mas lembro de que há uns anos numa excursão, um casal recém-casado, ia para toooodo o lado de mão dada, sempre as mãos firmementes apertadas uma com a outra, o que me levou a questionar se o casal fazia o seu dia-a-dia senpre de mãos dadas, inclusive nas idas á casa de banho, como faziam? Um ficava lá fora enquanto o outro lá dentro fazia o "serviço" e lhe segurava a mão? E o cheiro? Como o suportavam? Mas não há duvida que isso é uma verdadeira prova de amor, principalmente quando se come feijoada.

É, eu ás vezes sou um pouco aborrecida, mas pronto...hum, era isto, foi o que saiu, um pouco fraquinho em termos de conteúdo, mas com algum sentido de humor que é o que interessa. Um bom fim de semana!!

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publicado às 16:18


Rabiscando no tablet 9#

por Elisabete Pereira, em 24.05.18

E assim, perto do final da semana, mais um lote de desenhos.

 

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Mais imagens na próxima semana, fiquem por aí!!!

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publicado às 17:57


Balada da sociedade pastilha elástica

por Elisabete Pereira, em 22.05.18

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Lá vêm eles em barda

A multidão surge esfomeada

Uma das mãos no volante, a outra no smartphone

Não interessa o que a comida é, fatura!? Sim senhor, é logo para tirar

Alguns deles lá vêm com a nota a acenar.

Nem olham para quem os atende, não interessa, tem que dar um like no video do cone.

 

Chegam com pedidos algo inusitados, sem molho!! Bem assado!! Batata estaladiça e a ferver!!

Mas nem fazem noção do que comem, e dizem "quero aquela coisa verde que aí fazem"

Recebem a sua encomenda enquanto afirmamos freneticamente que o seu pedido está conforme o que exigem

Coitados, pensam que sabem o que levam...

Mas o que interessa é que vão com o ego cheio, de quem cumpriu o seu dever.

 

Destilam, e regurgitam ressentimentos do dia-a-dia, e não interessa quem os recebe

É preciso deitar fora, como horrível pastilha elástica, de sabor decadente

A sociedade lá segue, de forma conveniente

Sem pensar, sem reagir, apenas seguir a manada

E amanhã será assim novamente...pois é assim que a lei manda

Da sociedade pastilha elástica, que usa, mastiga, e no fim atira fora...sucessivamente.

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publicado às 17:19


Uma história ainda sem titulo (parte5)

por Elisabete Pereira, em 19.05.18

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Capitulo 5

 

Jane

 

O sol ainda não nasceu, mas fui despertada do meu sono agitado por um telefonema, não que me sinta incomodada por me terem interrompido o descanso, faz parte do meu dia-a-dia, como líder da "Villa", o nosso pequeno povoado nas árvores, tenho que muitas vezes abdicar dos pequenos prazeres da vida, para o bem da nossa comunidade

Desligo a chamada e ponho o velho telefone na secretária improvisada do meu escritório, também improvisado, que fica ao lado da minha cama, fico a pensar na conversa com Mcrae, o tipo sempre foi algo louco, no entanto,  a verdade é que as ideias dele sempre deram certo, mas acreditar que uma das miudas candidata a princesa, vai ajudar a nossa causa, é simplesmente algo inacreditável, e ainda por cima saber que ela já foi uma das crianças contrabandistas, mais estranho soava, não imagino uma dondoca a fazer uma coisa dessas. Sinto as minhas cicatrizes na cabeça a picar, o que é sinal de que me vou meter em sarilhos, mas decido ignorar, componho o lenço que tapa a minha cabeça, as memórias do passado assombram-me durante uns segundos, mas agarro no medalhão que tenho ao pescoço e as memórias rapidamente desvanece.

Tenho de pensar numa maneira de entrar em contacto com a tal rapariga sem levantar suspeitas, mas sou logo interrompida pela entrada frenética do Rafeiro, em miudo enfezado de idade indefinida, pode ter entre 9 e 13 anos, ninguém sabe, nem ele próprio.

-Jane, o Higgins está lá em baixo.

-Ok, já lá vou, obrigada Rafeiro.

O miudo desaparece num instante, provavelmente foi roubar alguma sandes da cantina, ás vezes os velhos hábitos são dificeis de desaparecer, ainda bem que Higgins está aqui, isso significa o abastecimento de provisões, e já estavamos mesmo a precisar de comida, desço rapidamente a casa da árvore, uma das várias que está escondida pela folhagem densa das árvores e que estão ligadas entre si por pontes feitas com cordas. Encontro Higgins ao lado da velha carrinha a fumar, e um tipo que não conheço ao lado dele a conversarem alegremente, aproximo-me deles e cumprimento com um aceno.

-E aí Jane?Como vão as coisas?

-O normal, então vieste trazer novas provisões?

-Não, o "Chefe" pediu para lhe fazeres um favor...

-Já vi que dai não vem grande coisa, posso ver as caixas? - digo enquanto me aproximo das várias caixas empilhadas na parte de trás da carrinha , ele não me responde, e vejo isso como sinal positivo, abro a tampa de madeira de uma delas - Bolas, o que é isto?! Eu já disse várias vezes que não quero armas aqui! 

-É só por uns dias....-começou ele enquanto revirava os olhos.

-Não! Não quero esta porcaria aqui á mão de semear dos meus miudos! Muitos deles já passaram um mau bocado na vida á conta delas, além disso pode haver algum incidente se algum deles pegar nisto.

O outro tipo olhava para nós com relativa curiosidade, mas mantinha-se em silêncio.

-Tens de ser razoavel Jane... -Continuou Higgins, enquanto se aproximava de mim.

-Não, não tenho, o "Chefe" sabe perfeitamente que posso aceitar muitas coisas cá, excepto armas.

-É importante, houve um pequeno incidente com o tipo que ia ficar com as armas da cidade mais próxima, e por isso tivemos que mudar de local á última hora, é só por três dias.

-Para que são as armas afinal?!- já que iria ficar com as armas, pelo menos queria saber o motivo -  o que é que o "Chefe" está a magicar agora?

-Isso é informação confidencial, não estou autorizado a dizer- disse enquanto atirou o resto do cigarro ao chão e apagando-o com o pé - há coisas que é melhor não saberes para teu bem.

-Muito bem, aceito com uma condição, quero o dobro de provisões na próxima entrega.

-Estás doida?! Sabes o que custa roubar mantimentos debaixo das barbas das autoridades? Não me vou arriscar por causa de um bando de putos ranhosos...

Pego no meu canivete e rapidamente agarro-o pelo pescoço com uma mão, e com a outra mão empunho o canivete em direção ao peito dele

-Repete o que disseste sobre os meus miudos e és um homem morto!

-Bolas, antes eras menos lamechas - respondeu ele com dificuldade enquanto observava a lâmina anormalmente grande do meu canivete a centimetros da pele dele - Estás a ficar demasiado mole, era só uma piada...Grace.

-Não me voltes a chamar por esse nome. - digo enquanto o solto de imediato - É a minha proposta, e não abdico dela.

-Tenho de falar com o "Chefe" - diz ele enquanto esfrega o pescoço - não te posso prometer nada.

Nisto ele vai em direção ao lugar de condutor da carrinha e oiço-o vagamente a falar pelo rádio, poucos minutos depois ele está de regresso e acena afirmativamente. Sorrio por ter conseguido uma pequena vitória , de imediato carrego num botão camuflado no tronco de uma árvore e um alçapão abre-se próximo de mim:

-Podem colocar as armas neste esconderijo - digo enquanto volto a subir pela escada de corda para a casa da árvore - Depois não se esqueçam de fechar o alçapão.

-Quê!?- gritou o tipo que estava ao lado de Higgins- Não vais dar uma ajuda?

-Tenho coisas mais importantes para fazer - respondi antes de desaparecer pela folhagem - Se começarem agora, terminam antes do almoço.

Oiço os insultos lá em baixo, e seguro-me para não me rir, já deviam saber que ninguém me desafia sem ter consequências, e até estou a ser muito simpática em deixar aquela porcaria nos meus dominios.

Entro num dos espaços mais importantes da "Villa", Ted está defronte de varias tv's da sala de informática que exibem imagens, do que imagino serem câmaras de segurança.

-Ted, como estão a evoluir os nossos planos?

-Tudo ok Jane, já temos imagens do palácio,  consegui acesso ás câmaras de segurança sem problemas.

-Temos de iniciar a segunda parte do plano, mantém-me actualizada Ted.

-Sim senhora.

-Aquela deve ser a miúda que o Mcrae falou... - exclamei em voz alta enquanto apontava para um dos monitores, Ted olhou para mim surpreendido, eu ainda não lhe tinha falado do telefonema -Desculpa Ted, não te tinha dito, mas o Mcrae ligou hoje de manhã cedo, depois explico tudo, mas supostamente o velho disse que essa miúda poderia vir a ser nossa aliada, mas o que ela está a fazer naquela sala com o príncipe?

-Lamento, mas não consigo obter som - respondeu Ted encolhendo os ombros- as câmaras devem ser daquelas que não gravam áudio, de qualquer das formas parece que ela se meteu em sarilhos, pelo jeito como está encolhida na cadeira e de olhar baixo, parece estar a levar um ralhete.

-Achas que ele a vai expulsar? - perguntei receosa, a nossa melhor hipótese de espia no Palácio estava por um fio- Era mau demais, ainda nem começamos e vamos perder logo este trunfo.

-Sabes que a rapariga pode nem aceitar a proposta.

-Ela vai aceitar, se o Mcrae disse que ela alinharia connosco é porque o irá fazer, ele é louco, mas não é parvo.

-Dás demasiado crédito a esse velho Jane, o tipo já se devia ter reformado, principalmente quando Justin tentou roubar o seu negócio, o seu melhor discípulo tentou passar-lhe a perna.

-Ele é uma lenda no nosso meio, o "Chefe" confia plenamente nele, e eu também.

-Por falar em "Chefe"...o que o Higgins estava a fazer lá em baixo?

-Armas - respondi num suspiro de pesar - querem que fiquem aqui guardadas uns dias, uns problemas com o tipo que as iría receber, enfim, lá temos nós que ficar com elas.

Ted não respondeu, observava fixamente os monitores enquanto afagava a barba grisalha, ao fim de algum tempo de silêncio, fez uma pergunta estranha:

-Tens saudades de alguma coisa da tua antiga vida...como Grace?

-Não - respondi sem pestanejar- para mim Grace está morta e enterrada, o passado é algo que não vale a pena ser relembrado.

-Entendo - respondeu sem me olhar, imagino que ele esteja a pensar em Jessica e Mary, a filha e a esposa dele, que morreram num ataque á varios anos, se a filha estivesse viva teria quase a minha idade. - Hoje era o dia de aniversário da Jessica...

-Ah...não sabia...-sinto um incómodo repentino, como se estivesse a mais naquele lugar, dou uma desculpa rápida e vou-me embora.

No fundo, todos nesta comunidade, temos os nossos fantasmas do passado, todos queremos fugir daquilo que já vivemos, guardando cicatrizes físicas e emocionais, mas Ted era uma excepção, o seu passado fora feliz, e o presente um pesadelo. Ele teve uma vida tão normal quanto possivel, fora um informático brilhante de uma grande empresa da capital, era uma pessoa respeitada no seu meio, tinha uma familia que amava, até ao dia em que por se ter recusado a fazer algo ilegal, a sua familia foi chacinada como vingança, hoje é apenas uma mera sombra que se arrasta na sala de informática da "villa". Quase que juro que me pareceu ouvi-lo cantarolar baixinho "os parabéns a você" antes de eu sair de lá.

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publicado às 16:47


Rabiscando no tablet 8#

por Elisabete Pereira, em 16.05.18

Mais uma semaninha passou, e assim, aqui ficam mais uns desenhos novos.

 

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Gostaram? Então fiquem por aí, porque para a semana há mais!

 

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publicado às 17:59

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Este sábado aconteceu-me daquelas coisas que me fazem exlamar, "mas que raio?!"

Estava eu no meu intervalo, e ia para o sitio de costume quando de repente vejo algo que me prendeu a atenção, num dos carros que passavam na estrada, vi uma coisa acastanhada meia que pendurada do lado de fora do carro na parte do pendura, conforme o carro foi se aproximando, percebi com espanto que essa "coisa" era um cão de tamanho médio e de raça indefinida, em grande aflição, porque como tinha coleira e trela, notei que o condutor do carro segurava essa trela, e o bichinho debatia-se para acompanhar o carro e para não ficar estrangulado pela própria coleira. Decidi ir ter logo com o carro, não podia ficar indiferente e como o carro andava devagar foi fácil de o apanhar, nessa altura o condutor (que não deveria ter mais de uns 18-20 anos) parou, e na breve conversa entendi que o cão saltou para fora do carro através da janela aberta, e o dono pegou pela trela para não fugir, o problema é que o cão não conseguia voltar a entrar, então lá peguei no cão (nem me passou pela cabeça que ele poderia morder, mas o bichinho foi muito meigo, acho que estava mais assustado do que outra coisa qualquer) e lá o coloquei dentro, entretanto o dono fechou o vidro do carro, mas antes agradeceu-me e cada um de nós foi á sua vida. Depois deste episódio comecei a reflectir que algumas pessoas não deveriam ter animais de estimação, não falo daqueles individuos que maltratatam os animais, porque esses nem mercem ser lembrados de tão vis que são, falo dos outros, daqueles que acham giro ter um cão para o "style", porque toda a gente tem, porque está na moda...enfim, depois não sabem lidar com um cão, humanizam o animal, e acham que este se irá comportar como um ser humano em miniatura, e então lá andam com o dito no carro, sem pensarem que este pode se lembrar de fazer algo inesperado, porque é esse o seu instinto natural, não têm uma capacidade de raciocinio como a nossa, não "compreendem" como nós, de que não podem saltar de uma janela de um carro em movimento, por exemplo. Eu nem vou por aquelas pessoas que se lembram de "vestir" os animais de estimação, é parvo, mas inofensivo, falo de quem está completamente a leste do que é ter um animal de estimação, não me sai da cabeça a imagem de um cão que morreu enforcado pela trela á uns meses na varanda de um prédio em Braga, e foi essa imagem que me levou a agir com este cão, porque seguramente, era o que iria acontecer a este cão também, caso ninguém fizesse nada, porque o dono sozinho não ia conseguir por si só ajudar a cão a sair daquela situação complicada. Mas este não é caso único, onde trabalho, tenho a oportunidade de ver várias pessoas que vão buscar comida de carro, e quando eu lhes entrego a comida pela janela vejo que uns quantos ostentam o cãozito no carro, sem se preocuparem com o facto de ele eventualmente poder fugir, ou até morder a mão de alguém. Eu não sou ninguém para estar acima do bem e do mal, e dizer o que é certo ou errado, mas quando pensarem em adoptar um animal de estimação, tenham a consciência de que eles não são brinquedos. 

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publicado às 21:56


A eurovisão em tons rosa, como um jardim

por Elisabete Pereira, em 12.05.18

Bem, vou assumir aqui, eu até acho uma certa piada ao festival da eurovisão, não tanto como achava em criança, acredito que isso se deva ao facto de Portugal nunca ter ganho, e isso trouxe um certo desencanto, e sim, eu era uma daquelas pessoas que não acreditava que o Salvador Sobral iria ganhar o festival, a música era bonita (embora não seja da minha preferência ) mas não era "tchanan" para chamar a atenção lá fora (enganei-me...e ainda bem). 

Este ano o evento é realizado em Portugal, e é uma boa oportunidade de publicidade do nosso país( e receita também, porque estes eventos trazem mais alguns "tostões" de lucro para Portugal), eu não tive oportunidade de ver as semifinais na integra, e também não vou poder ver a final (vicissitudes de quem tem um trabalho praticamente escravo),  mas deu para ver o empenho na organização do evento,  e de como estava tudo muito bem feito, adorei o facto de não colocarem um ecrã gigante no palco, mas optarem por outras soluções, e de como com um orçamento mais apertadinho, conseguiram fazer algo espectacular .

Mas, há sempre um mas, o tuga, que é um ser que gosta de criticar, não se fez esperar, e apontou o seu dedo de má critica, desde a escolha das apresntadoras, o inglês da Catarina Furtado...e um blábláblá sem fim. Eh pah, desfrutem do evento, é uma oportunidade única de vermos este tipo de acontecimento no nosso país, sabe-se lá quando irá voltar a acontecer.

Eu gosto da canção "o jardim", é uma música que definitivamente irá fazer parte da minha playlist, a voz da Claudia é qualquer coisa (para além de ser gira que se farta, o tom do cabelo dá-lhe um ar muito cool), a música é liiinda, mas desta vez penso que a Portugal não irá voltar a ganhar, até porque contrariamente ao ano passado, as casas de apostas, não dão a vitória a Portugal, paciência, caso não ganhe, isso não significa que a música perca a sua beleza, e não quer dizer que a Isaura e a Cláudia fizeram um mau trabalho, bem pelo contrário.

Desejo boa sorte para elas, quando logo á noite subirem a palco, e que mais uma vez encantem o público com "o jardim".

"All aboard!!"

 

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publicado às 17:04


A Diva dos saquinhos

por Elisabete Pereira, em 11.05.18

Existe por estas bandas uma figura fora do normal

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Adora ficar no seu canto a dobrar saquinhos

Com voz de galinha a beber elixir matinal

Demonstrando falso ar bonzinho.

 

A criatura de aspecto exótico, tem estranha condição 

Sempre que diz uma mentira, cai um dente ao chão

Também faz uma boa figura de imitação

Sempre que dás um passo, ela dá três (só por diversão?Não).

 

Porque para ela, tudo é competição

Se tu fazes alguma coisa, ela faz igual...mas mal

Tu és vista como sua adversaria, és um alvo a abater, é a sua missão.

Tem que ser melhor do que tu, também quer tentar ser original.

 

Mas minha menina tem cuidado, porque como Diva dos saquinhos

Ao subires no pedestal do primeiro lugar

Não tropeces no salto alto

Porque não te vão ajudar a levantar

Fica a lição: ninguém gosta de quem é artificial e se acha melhor do que os outros.

 

 

 

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publicado às 17:34

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