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The book of stories

Um blogue que é o meu reflexo, e onde, as pequenas e grandes histórias têm lugar

The book of stories

Um blogue que é o meu reflexo, e onde, as pequenas e grandes histórias têm lugar

18.02.19

Uma história ainda sem titulo (parte 14)

Elisabete Pereira
 Capítulo 14 Jane Bato com os dedos na mesa, como se esta fosse um piano, estou demasiado ansiosa, não é da minha natureza ficar á espera das coisas acontecerem, sou uma pessoa de acção. Tenho de manter-me na minha, prometi isso ao chefe, e não irei interferir no plano, mas isso não quer dizer que eu tenha de confiar naqueles dois, o rafeiro ainda não deu noticias, o que por um lado é bom sinal, mas prefiro estar preparada para o pior. Vou para a árvore mais alta observar as (...)
09.02.19

E se para ser "hater" fosse necessário ter licenciatura?

Elisabete Pereira
 Ah...os hater's, essa espécie tão incompreendida e singular da humanidade, em que o azedume e o ódio fervilha nas suas almas, como o vinho envelhece em cascos de carvalho (mas no final não sabe tão bem como o vinho...digo eu), tão mal amados e incompreendidos pelos outros, há quem os considere um flagelo da sociedade moderna, não sei se alguém terá pensado nisto, mas o hater faz as coisas às vezes de forma tão bem estruturada, que quase parece que a pessoa tem uma (...)
07.02.19

Rabiscando no tablet 24#

Elisabete Pereira
Depois de ter andado alguns dias doente, estou novamente de volta ao blogue, e nada melhor do que colocar aqui os últimos desenhos que fiz.Por hoje é tudo, agora se me dão licença, vou ali beber um chá de limão com mel, para ver se esta gripe vai embora de vez.
01.02.19

Os amigos jardineiros e as árvores mágicas

Elisabete Pereira
Era uma vez, numa terra muito distante, dois jardineiros muito amigos, eles gostavam muito de criar plantas diferentes, e um dia, eles criaram umas árvores nunca vistas, essas árvores em vez de frutos, tinham moedas, todos os dias essas árvores enchiam-se de moedas, mesmo que se retirasse alguma, a árvore voltava a ter moedas, e eles usavam-nas para ajudarem as pessoas que viviam na sua aldeia. Mas um dia, apareceu por lá um bruxo muito mau que queria ter aquelas árvores, mas os (...)
28.01.19

O incrível mundo das apps de encontro e a fauna que por lá habita

Elisabete Pereira
A minha vida romântica sempre foi algo...curta, ou quase inexistente, a verdade é que nunca senti aquelas coisas dos livros ou dos filmes românticos, foram poucas as vezes que me senti atraída por algum homem, e quando isso acontecia, rapidamente perdia o interesse...e a paciência também (acho que gosto demasiado de ser solteira). Mas enfim, nem todos são como eu, e existem muitas pessoas solteiras que acham que estar sozinhas é o fim do mundo, por causa disso metem-se em (...)
27.01.19

O momento em que percebo que sou uma blogger distraida

Elisabete Pereira
 Não sei porquê, mas estava na ideia de que tinha criado o primeiro post no inicio de Fevereiro do ano passado, mas não...estava redondamente enganada, hoje, a título de curiosidade foi andando para trás nos posts publicados, e estava ali, preto no branco, 22 de Janeiro de 2018 ás 16:55...a minha alma caiu ao chão no momento, a data passou, e eu nem sequer assinalei a efeméride. Nem a data em que o blogue começou eu sabia..que...que blogger sou eu? . Porque sou tão distraída? (...)
25.01.19

A noiva de papel (parte5, última)

Elisabete Pereira
 As horas passavam, mas John Morgan não manifestava vontade em colaborar, o interrogatório ia longo, e apesar das provas, John negava veementemente o seu envolvimento na morte da esposa.- Oiça, eu não tenho nada a ver com isto, é tudo um grande equivoco.- Não me parece senhor Morgan. - o inspector respondeu impacientemente - Quando mais cedo admitir a culpa, mais cedo arrumamos o assunto.- Não há nada a admitir. - John cruzou os braços - Estou inocente.- Pois bem, já que não (...)
23.01.19

Talvez eu não seja boa pessoa...

Elisabete Pereira
 ...mas eu não sou grande fã daqueles actos solidários, que por vezes surgem por aí, em certas alturas do ano, e quando vêm até mim crianças sorridentes com sacos de papel na mão, aceito o saco, mas não o uso (a estratégia de usarem crianças é muito inteligente, porque raras são as pessoas que dizem não). Mas, só por aí já da para ver que estas campanhas não têm nada de inocente, e honestamente, eu não acredito que as coisas vão parar a quem realmente precisa; e (...)
16.01.19

Como comprei o meu primeiro leitor de mp3

Elisabete Pereira
 Por norma, não sou pessoa de guardar objectos do passado, e quando por algum motivo já não uso algo, prefiro doar, ou se já não estiver em bom estado, deitar fora. Mas é claro, que toda a regra tem a sua excepção.Como hoje estou de folga, aproveitei para dar uma arrumadela ao meu quarto, e guardado numa caixa, estava meu primeiro leitor de mp3, corria o ano de 2007 quando o comprei. Lembro que desejava bastante ter um leitor de mp3, mas até aí nunca tinha tido nenhum, nem tinha (...)