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Nos últimos tempos, por vários motivos tenho andado um pouco a mil á hora, e eu por vezes, confesso, sou um pouco desleixada com a minha saúde, (esqueço-me de que quando era miúda andava constantemente doente, e que a minha saude hoje em dia está bem, mas que preciso de ter um certo cuidado, porque volta e meia fico novamente doente) e na minha cabeça pequenina, penso que o que quer que seja, que passa num instante, ou basta tomar um anti-inflamatório que logo desaparece...mas não é bem assim, e a provar isso, foi o que me aconteceu estes dias, em que comecei a sentir vertigens, náuseas, dor de cabeça, etc...e já não é a primeira vez que me acontece, mas das outras vezes deixei andar, e desta vez como os sintomas não desapareciam com anti-inflamatórios , decidi ir ao médico para saber o que é que se passava comigo. O diagnóstico não foi conclusivo, sei apenas que isto é um sindrome vertiginoso, mas isso é muito vago, podem ser várias coisas, mas para já o medico mandou-me tomar medicação para ver se os sintomas melhoram e descansar bastante, portanto neste momento estou a "sopas e descanso". Agora, quer queira ou não, vou ter que abrandar o ritmo, porque o corpo assim o pede.

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publicado às 10:45


Rabiscando no tablet 12#

por Elisabete Pereira, em 18.06.18

Ora, mais uma semana e mais uma nova rodada de desenhos 

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E pronto, pra semana há mais.

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publicado às 18:43

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Eu sou um pouco aquele tipo de pessoa que tem bichinhos carpinteiros, porque estou sempre em busca de novos desafios e coisas originais ( mesmo que seja apenas na minha mente) , e o facto de ter ido para o curso de Animação Socio-Cultural, fez florescer a minha criatividade, porque faziamos objectos e coisas que estavam relacionadas com o nosso curso (pintar telas, fazer máscaras, fazer porta-chaves em feltro, fazer roupa para pequenos espantalhos que em vez de palha, usávamos jornal enrolado...) nessa altura veio-me á ideia de que um dia eu gostaria de trabalhar com algo relacionado a criar e vender coisas feitas por mim, mas foi apenas uma ideia, e aquilo ficou adormecido. Entretanto terminei o curso e anos mais tarde, durante o tempo em que estava desempregada comecei a pintar umas telas com café solúvel para vender...mas a verdade é que nunca as consegui vender, tentei nos sites de venda, e por lá andaram bom tempo, mas ninguém lhes pegava, ver até viam, mas ninguém se chegava á frente...e as telas ficaram esquecidas num canto, até que um dia lembrei que o Facebook tem a possibilidade de criarmos uma loja on-line, e foi o que fiz, o pior foi arranjar um nome, e por isso arranjei algo temporário, mas o entusiasmo depressa resvalou, e num dia de frustração minha pensei: "Rai's-me a parta! Ninguém quer comprar as minhas telas, será que eu pinto mal? Não tenho sorte nenhuma..."telas pra que te quero!" E foi aí que encontrei o nome para a minha, digamos, "loja", agora vamos ver no que vai dar, mas em princípio irá ter outras coisas para além das telas, mas para já como não tenho muito tempo livre começo por aí (no inicio de Janeiro lembrei de começar no ponto de cruz, mas isso no entanto tem estado meio em stand by, porque não pensei nisso quando estava desempregada...)

Partilho aqui o meu link e se puderem partilhem o meu novo projecto.

 

https://www.facebook.com/Telas-pra-que-te-quero-170735273585365/

 

Divulguem, divulguem

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publicado às 18:04


Uma história ainda sem titulo (parte6)

por Elisabete Pereira, em 10.06.18

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 Capítulo 6

Lucy

 

Mexo-me com desconforto na cadeira, e agora?! Se digo que o livro é meu posso ser expulsa de imediato, mas se digo que não é meu, ele apanha-me na mentira,por isso prefiro manter-me na defensiva:

-O que o leva a pensar que o livro é meu?

-Talvez por causa disto - diz ele com um pequeno sorriso enquanto folheava o livro e me mostrava o carimbo da biblioteca de Green bay - imagino que seja a única candidata dessa região.

-Sim é verdade, mas eu posso explicar tudo, eu não roubei o livro...eu...eu...

-Não tem de se justificar - diz ele com um aceno - não estou aqui para a condenar por causa de um livro "emprestado" da biblioteca, o meu motivo de a ter chamado aqui é outro, tem a ver com o que viu ontem á noite no jardim.

-Hum, desculpe...eu não tinha intenção de o fazer...mas...

-A culpa não é sua, a verdade é que houve uma quebra de segurança, e o meu irmão conseguiu fugir para o jardim...ele tem um problema de saúde ainda desconhecido, mas que basicamente por vezes o faz perder o controlo do próprio corpo e por isso tem de ser constantemente vigiado de perto, pode tornar-se perigoso para si mesmo...ou para os outros. Por isso é que não aparecemos tanto em público, imagine se a doença do meu irmão viesse a público, provavelmente ele teria de ser internado, e a nossa reputação abalada, poderia ser o nosso fim. Peço-lhe que guarde segredo sobre o que viu.

-E porque iria divulgar isso? Não tenho por hábito coscuvilhar a vida alheia, nem me passou pela cabeça faze-lo, sou uma rapariga honesta- ok, nem sempre, mas ele não precisa saber isso.

-Desculpe, mas eu tinha que me assegurar que este segredo não era revelado.

-Não se preocupe, não o farei - e como finalizando a nossa conversa, estendo o meu braço para pegar no livro que ele tem na mão e assim poder ir embora, mas o principe não tinha intenção de mo devolver - se me der licença alteza, tenho de ir.

Ele folheava o meu livro distraidamente , parecia completamente absorvido, acho que a dada altura nem deu mais conta de mim

-Estes Britânicos são engraçados, a maneira como conseguem manter o leitor preso á história...

-Já leu esse livro?

-Não, aliás nunca li nenhum livro desta autora, mas já li outros autores Britânicos...não sou muito dado a historietas românticas, não me leve a mal, mas não é um género que me atraia minimamente.

-Se assim é, acho que posso ter o meu livro de volta- digo enquanto me estico para chegar ao livro, mas ele tira-mo do meu alcance o que me faz ficar irritada- tenho a certeza de que não lhe irá interessar.

-Hum...talvez - diz ele enquanto se afasta de mim - mas isto é uma garantia...

-Garantia de quê?! - quase grito enquanto me levanto.

-De que não irá contar nada do que viu ontem á noite - respondeu ele no momento em que guardava o livro numa gaveta da secretária e a fechava á chave - não posso arriscar, há demasiadas coisas em jogo.

-Eu disse que não contava a ninguém!- gritei sentido-me insultada- sou uma pessoa de palavra!

-A última vez que confiei em alguém, isso quase tirou a vida ao meu pai! - repondeu-me ele encarando-me com um olhar intenso - Mas se quiser, pode regressar a casa neste preciso momento, a decisão é sua.

-Eu...eu...- de repente toda a minha coragem se desvaneceu, o meu irmão precisa de mim, tenho de engolir o meu orgulho - Muito bem, sua alteza ganhou.

O seu rosto suavizou-se um pouco, no fundo não eramos assim tão diferentes, ambos fazia-mos de tudo para proteger os nossos irmãos, aproveitei então para sair já que o assunto ficou esclarecido, fiz uma pequena vénia algo desajeitada e dirigi-me á porta, mas a minha curiosidade era mais forte e não sei porquê , deixei escapar a pergunta:

-Amava-a?

Ele estava de costas para mim, e como pensei que ele não ouvira a minha pergunta decidi sair, até que o oiço a falar:

-O que custa mais, é que apesar de tudo ainda a amo.

-Imagino que isto para si seja um grande sacrificio.

-Não mais do que o necessário-respondeu ele num encolher de ombros - o bem da nação deve ser maior do que os nossos caprichos.

-Entendo, mas se quer um conselho, deveria começar por aparecer mais, porque as restantes raparigas estão a começar a ficar histéricas sem a sua presença, daí a pouco começam a haver massacres, e um bando de mulheres em fúria num palácio não é coisa bonita de se ver.

Ele deu apenas uma gargalhada sonora, e eu também acabei por sorrir, fiquei contente por o ter animado com as minhas piadas, haja alguém que goste delas. E assim, saí da pequena biblioteca, mesmo a tempo de ir para a primeira aula.

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Quando entro na sala, todas as raparigas já lá estão, Violett guardou-me um lugar á beira dela:

- Onde te meteste?- perguntou ela quando me sentei ao seu lado

-Perdi-me - minto - o palácio é enorme, parece um labirinto.

-É verdade- respondeu ela- ainda á pouco, esqueci de virar no corredor certo, e fui parar ás cozinhas.

-Deviam por umas placas de sinalização.-respondi a rir imaginando todo o palácio repleto de placas.

-Ia ser lindo de se ver - disse Violet reprimindo uma gargalhada.

Não tivemos muito mais tempo para conversar, até porque naquele momento uma mulher baixinha, e elegante estava á nossa frente com as mãos na cintura:

-Com que então, as meninas parecem estar muito divertidas, querem partilhar com o resto da turma? - ela tinha uma trança loira que lhe rodeava a cabeça como uma coroa, e uma voz doce e musical, parecia saida de um conto infantil, tirando o seu olhar, que fez-nos sentir umas meras formigas na sua presença -Bem me parecia, como estava a dizer antes de ter sido interrompida por estas duas damas, o meu nome é Agnes Valder, e sou perceptora particular da familia real, e durante a vossa estadia por cá, ficarei encarregue de vos educar de acordo com os modos de uma princesa, vão aprender de tudo um pouco, desde etiqueta até diplomacia, uma futura princesa deve ter as caracteristicas necessárias para saber desempenhar bem o seu papel, e eu irei certificar-me de que cada uma de vocês terá aprendido tudo correctamente, incluindo as meninas.

Nisto apontou apontou para mim e Violett, e nesse momento percebi que aquilo não iria ser nada fácil, e nas horas seguintes esse facto tornou-se realidade, aquela perceptora era um verdadeiro general de saias. No final do dia, estava tão cansada que decidi ir logo deitar-me sem antes jantar, e acabei por desabar na cama sem sequer ter trocado de roupa.

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publicado às 16:47


Rabiscando no tablet 11#

por Elisabete Pereira, em 09.06.18

Esta semana é mais curtinho, só dois desenhos, não deu para fazer mais, mas para a semana compenso.

 

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Para a semana ficam prometidos mais desenhos

 

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publicado às 18:00

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"Uma princesa não fuma" é a mais recente curta-metragem direccionada ao combate e sensibilização do uso do tabaco, basicamente vamos vendo ao longo do enredo a interacção de uma mãe fumadora e da sua filha ainda uma criança que como muitas meninas da sua idade tende a imitar o comportamento da mãe nomeadamente no uso do cigarro, a mãe, mesmo depois de ser diagnósticada com cancro do pulmão, não consegue deixar de fumar, e é quando já num estado muito avançado da doença vê a menina num gesto em que faz de conta que fuma, a mãe percebe que precisa de fazer alguma coisa para evitar que a filha seja uma futura fumadora...e claro está, isto tinha que dar polémica, mas não pelo mais evidente, (mostrar a crueza de um cancro terminal, por exemplo, que poderia ser chocante de mostrar na televisão, e ser visto por crianças) mas porque algumas vozes (mulheres sobretudo) se levantaram contra esta campanha, de que isto era reduzir a mulher a um estereótipo ultrapassado em que a mulher é vista apenas como mãe e princesa...a sério?!  Eu até entendo que haja quem não se reveja na curta metragem, ou até que não goste de todo, mas chegar ao ponto de querer que se retire a campanha e que uma plataforma feminista apresente queixa contra a campanha, é esticar um pouco a corda, é no fundo demonstrar o preconceito que ironicamente costumam criticar nos outros, porque é um apontar de dedo a todas as mulheres que optaram por serem mães a tempo inteiro, em vez da carreira; é acreditar que as princesas são seres frágeis e que precisam de ser protegidas, até a Disney começou a mudar os conceitos de princesas nos últimos filmes animados. Uma mulher não deixa de ser forte e corajosa, nem de perder a sua identidade por ser mãe e/ou princesa, por isso bora lá desempoeirar essas mentes, até porque isto infelizmente, no fundo não passa do clássico "mulheres a criticar outras mulheres", curioso não?! Algumas feministas precisam de rever a palavra "Sororidade", que é só e apenas um dos pilares do feminismo. Lamento é que no meio de isto tudo, se tenha perdido a verdadeira mensagem que esta curta-metragem queria passar.

E eu que até nunca fui muito fã de princesas quando era criança, não me importava de ser como a princesa Mérida do filme "Brave". 

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publicado às 23:23

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                                                          (Eu na fase desdentada dos 6 anos)

 

Já passou algum tempo, desde a minha infância, esse tempo feliz de despreocupação e brincadeira, e que rapidamente passa, mas sou da opinião de que nunca se deve deixar a criança interior morrer, nem que seja para recordar a infância ou os momentos mais marcantes da mesma, claro que a esta altura ao ver as fotos de quando eu era criança, desde a roupa, até ao penteado, me faça agradecer o facto de hoje ser adulta, porque aquilo era um bocado...hum...mau. Mas vamos deixar esses conceitos de moda um pouco para o lado e focar no essencial, eu sou de uma altura em que as crianças basicamente só recebiam presentes no dia de aniversário e no Natal, pronto, ok, ok, eu também recebia quando passava de ano, mas basicamente era quase isto, e ainda assim considero que tive muita tralha (cheguei a ter dois caixotes de papelão cheios de brinquedos) quando cheguei por volta dos 14 anos, tomei uma decisão, doar os brinquedos que estavam bons, e deitar fora os que estavam estragados, (excepção dada aos peluches com os quais a minha sobrinha hoje em dia brinca) no entanto, decidi guardar para mim 3 brinquedos pelos quais ainda hoje tenho grande estima, o meu computador de brincar, a mansão da polly pocket e o melhor de todos...o meu Game Boy Color. Tenho uma afinidade em particular pelo meu Game Boy Color, é de longe o meu brinquedo favorito de sempre, lembro perfeitamente de ver o anúncio na televisão nos idos de 1999, e foi a minha prenda de Natal daquele ano, não consegui esperar até ao dia 25 de Dezembro para o jogar e por isso pedi autorização aos meus pais para abrir a prenda mais cedo, joguei muitas horas naquela pequena máquina, o primeiro jogo que tive foi o do Hugo, lembram-se desse programa de televisão, em que os jogadores usavam o telefone para jogar com o personagem principal? Pois eu tive a versão para o Game Boy Color, mais tarde tive mais cartuchos com diferentes jogos, só nunca tive nenhum da mania que existiu a certa altura....os Pokémons, mas não houve problema, porque os meus primos tinham todos os jogos, e emprestaram-me muitas vezes. A dada altura, a minha mãe, temendo pelo facto de as minha notas terem baixado um pouco (mal ela sabia que no nono ano eu iria ter 5 negativas), e que isso podesse se dever ao Game Boy Color, escondeu-me a consola, e eu estive quase um ano sem a encontrar, acho que acerta altura ela própria se tinha esquecido de onde a escondeu, lembro do glorioso dia em que encontrei a consola por detrás de uns cobertores que estavam no armário do quarto dos meus pais, fiquei mesmo feliz, foi como ter encontrado um tesouro...bem...mais ou menos.

Foi sem dúvida um brinquedo que estimei muito, e embora tenha jogado bastante (quase chegando a estar viciada) ainda hoje se encontra bem conservado e funciona perfeitamente, e já lá vão quase 19 anos, agora quem brinca com ele é a minha sobrinha quando vem cá a casa. Foi bom recordar algo da minha infância neste post, e poder partilhar uma memória neste dia que é de todas as crianças, mesmo aquelas que já têm mais de...29 anos

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                                                      (He he, ao fim de quase 19 anos o meu game boy color ainda funciona na perfeição.)

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publicado às 16:24


Rabiscando no tablet 10#

por Elisabete Pereira, em 31.05.18

Mais uma semana, mais uma voltinha, mais novos desenhos!!

 

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Para a semana, mais uma nova viagem aos meus desenhos

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publicado às 17:25

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Isto já deve ter acontecido a muita gente, lá vamos nós muito direitinhos numa fila qualquer á espera de ir pagar alguma coisa, quando de repente chega um chico esperto qualquer e nos passa á frente, e ficamos durante um centésimo de segundo com vontade de fuzilar esse indivíduo, eu falo por mim, mas rapidamente desinteresso-me disso, e apenas encolho os ombros, para quê chatear-me? Porque por causa dele perdi alguns minutos de vida, que poderia usar em coisas tão importantes como...hã...não sei...perdemos mais tempo em coisas inúteis e fúteis, e ninguém se queixa disso, há quem diga que tem a ver com uma questão de respeito para com os outros, mas vamos ser honestos, hoje em dia ,infelizmente isso é algo desvalorizado, principalmente nas redes sociais,onde o respeito é algo que praticamente não existe por parte dos trolls que por lá habitam (inclusive alguns destes trolls, são aqueles que se queixam de pessoas que lhes passam á frente em filas), mas a verdade é que eu não entendo o porquê de tanta indignação, talvez eu seja uma banana e não entenda a gravidade de tudo isto, mas sinceramente prefiro preocupar-me com coisas mais importantes para mim.

Isto vem a propósito de uma situação que ocorreu onde trabalho, há alguns dias um cliente irritou-se muito com outro que lhe tinha passado á frente, o caso em questão foi bastante simples, o senhor que passou á frente desconhecia o método de funcionamento do estabelecimento, e por lapso passou á frente, o senhor desculpou-se e foi bastante educado e até disse que se fosse preciso ia para o fim da fila, eu disse que não havia necessidade disso (havia pouca gente e o pedido dele era bastante rápido de despachar), no fim chega o outro senhor completamente ofendido, dizendo até ,que da próxima vez iria querer escrever no livro de reclamações (imagino ele a escrever no livro e a perder minutos preciosos da sua vida com aquilo "eu senti-me muito ofendido porque um tipo qualquer passou-me á frente e isso estragou-me o dia e...."), que o correcto era o outro senhor ir para o final da fila, que o tinha visto a ele a fazer o pedido correctamente, e que se fosse uma pessoa decente fazia o mesmo e ia para o fim da fila, que foi um chico esperto, e blá blá blá. Senhor, tenha lá calma que ainda lhe rebenta uma veia, respire fundo, não desalinhe os chakras, o mundo não acabou porque alguém lhe passou á frente, não deixou de ser atendido com rapidez e ninguém lhe levou o seu pedido por engano, por isso está tudo bem, relaxe.

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publicado às 17:02


Quando não há nada para escrever...

por Elisabete Pereira, em 26.05.18

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Hoje aconteceu-me uma coisa que não é habitual, não ter inspiração para escrever no blogue, nada, zero, nicles batatoides...Por norma, a minha mente é um caos controlado de ideias que fluem constantemente, e por norma não é difícil ter algum tema para escrever...mas hoje, fiquei largos minutos a olhar para a página em branco para criar um post, e não tinha nada para escrever, a maneira que consegui arranjar para escrever alguma coisa, foi ir escrevendo aquilo que me ia pela mente, o que quer que fosse, provavelmente não sairá nada de especial (nem de jeito), mas pelo menos escreverei alguma coisa, e até agora não me saí muito mal, vamos ver daqui para a frente.

Uma das coisas que me faz alguma espécie, é ver crianças de 8-9 dentro de carrinhos de compras, a pergunta que faço é, porquê? As crianças estão tão cansadas  para irem lá dentro? É uma espécie de upgrade dos carrinhos de bebé? Será uma nova moda? Não sei, talvez eu seja uma velha e não entenda para além do óbvio e isto seja uma espécie de moda hipster, em que se reinventou o carrinho de compras numa espécie de carrinho de crianças/compras, e assim acabar com o terrível que é para uma criança andar com as próprias pernas, ou então, é para impedir os miudos de fugir por ali fora e não fazerem épicas birras (até porque uns quantos que vi tinham tablets/smartphones nas mãos)...hum, e daí que até nem seja má ideia, pelo menos os nossos ouvidos agradecem.

Uma outra questão que povoa a minha mente, porque há casalinhos que andam constantemente de mãos dadas? Porventura têm medo de se perder? Ou então é já para prevenir da chegada da inteligência artificial, e caso larguem as mãos, o grande receio do que o ser amado possa ser trocado por um clone. Juro que isto é verdade, mas lembro de que há uns anos numa excursão, um casal recém-casado, ia para toooodo o lado de mão dada, sempre as mãos firmementes apertadas uma com a outra, o que me levou a questionar se o casal fazia o seu dia-a-dia senpre de mãos dadas, inclusive nas idas á casa de banho, como faziam? Um ficava lá fora enquanto o outro lá dentro fazia o "serviço" e lhe segurava a mão? E o cheiro? Como o suportavam? Mas não há duvida que isso é uma verdadeira prova de amor, principalmente quando se come feijoada.

É, eu ás vezes sou um pouco aborrecida, mas pronto...hum, era isto, foi o que saiu, um pouco fraquinho em termos de conteúdo, mas com algum sentido de humor que é o que interessa. Um bom fim de semana!!

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publicado às 16:18


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